Financiamento Coletivo: Anos 20 – Estilo e Sobrevivência

anos20

A Sua utopia ruirá, têm coragem para fugir ou transformá-la?

Trabalhe para glória da cidade!

Bem vindo aos Anos 20! Bem vindo ao novo RPG do estúdio Heavy & Salsa que lhe colocará na pele de um cidadão de uma exímia utopia que está prestes a ruir. Sua missão? Conseguir fugir ou mudar aquele local.

Anos 20 é um RPG focado na parte narrativa. Contando com um sistema extremamente simples usando apenas um D6 (dado de seis lados), você será colocado em uma sociedade pós primeira guerra mundial que decidiu se isolar em uma cidade utópica.

O objetivismo que guiou a cidade agora começou a ruir. Você e seu grupo são profissionais que enxergam as ferrugens através da aparente beleza. É o momento e você ser um agente de transformação ou tentar agarrar a liberdade.

Porém esta não será uma tarefa fácil. Você terá lidar com um dos problemas que estão começando a aparecer na utopia, coisas como: racismo, pobreza, escassez, bloqueio de caminhos, doenças erradicadas voltando e etc. Além do sintoma principal distópico, sua SANIDADE VITALIDADE terão de estar sobre olhos atentos para que você não morra, ou pior, seja transformado em um INSANO.

Para conhecer mais, baixe o beta e tente a sorte nesse mundo que está prestes a ruir.

Clique aqui para apoiar o financiamento coletivo!

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O projeto

Anos 20 será um singelo manual do tamanho A5 com aproximadamente 100 páginas. Papel couchet irá embasar nosso guia de jogo pelas partes que completarão este livro. Seu conteúdo será:

– Regras Básicas

– Onde se passa

– Referências

– Profissões

– Manual do Guia

– Páginas Perdidas(sementes de aventura)

Páginas Perdidas

Páginas perdidas será um anexo muito especial para Anos 20. Um time de excelentíssima pessoas estará dando sementes de aventura para que você possa ter ideias brilhantes para empolgar sua jogatina. Olha só os nossos convidados:

Jé Judith, estudante de Psicologia, fundadora da Agência Orbis, apaixonada por histórias e sempre carregando um livro consigo. Divide seu tempo sendo preparadora de textos com foco em Copywriting, assessoria artística em geral, vídeos de gatinhos e ainda fica muito feliz ao escrever que trabalha com livros.

Jorge Valpaços é formado em História, é escritor e professor da educação básica no Rio de Janeiro. É autor de vários títulos do Lampião Game Studio como Déloyal, Pacha, Pesadelos Terríveis, Encantos, Arquivos Paranormais, Ceifadores, SeanchaS, Entregadores Precarizados de Anchieta entre outros livros.

Laura e Rafael são o casal de Narradores da “A Távola”, um canal de RPG da Twitch. Ambos formados em Cinema; Laura é diretora de arte e motion designer, e Rafael é escritor e dublador. Ambos aficionados em fantasia e RPG. Recém noivados em 2019, resolveram juntos com ex-colegas de faculdade, criar o canal e utilizar de seus conhecimentos e suas paixões para criar um canal onde todos os membros da comunidade geek podem se encontrar e “juntarem-se à mesa”. Atualmente, além dos esforços para crescer o canal e a comunidade, Laura apresenta o “Bruxas do Pântano”, programa focado em representatividade feminina dentro do RPG, enquanto Rafael utiliza de seu tempo escrevendo UA’s e apêndices não oficiais de D&D e trabalhando no livro de seu primeiro RPG.

Mai gosta de narrar sistemas indies. Narradora e moderadora no Casa Velha RPG, Adm no Servidor do Confraria RPG. Criadora de peles não oficiais do folclore brasileiro para Monsterhearts.

Marcelo Guaxinim é professor de Geografia e também podcaster em programas exímios como Miçangas e SciCast. Além dos programas citados hospedados pelo Portal Deviante Guaxa é apresentador e mestre de Oneshots(Aventuras curtas) no RPGuaxa.

Raul Fontoura é estudante de audiovisual, designer e ilustrador autodidata. Foi finalista do concurso Faça Você Mesmo de criação de jogos com O Alvo em 2018, e fez consultoria e projeto gráfico para o RPG Alvorada em 2019. Atualmente trabalha em projetos de jogos sob o selo Cachorro Falante.

Sobre o estúdio

Heavy e Salsa são dois jovens que unidos em um propósito decidiram criar conteúdo que impactasse gerações.

Atualmente criam desde pequenos contos em plataformas online, até obras literárias, passando por documentários para internet.

Você pode conferir nossos trabalhos em nosso site HeavyandSalsa.com.

6 pensamentos sobre “Financiamento Coletivo: Anos 20 – Estilo e Sobrevivência

  1. Alguém curtiu isso?? Basicamente é rpg inspirado em qualquer versão do Bioshock mas com regras inspiradas no Através das Trevas, e esse financiamento coletivo do Ramon Mineiro, só deu certo porque o mesmo tem fama e reconhecido no meio rpgístico, já esses camaradas ai ninguém ouviu falar! Porque BR sempre lança sistema fraco?? Porque BR nunca lança um produto com sistema bem feito?! Alguém já leu o Terra de OG, rpg pra jogar com homens das cavernas, com uma pegada cômica aventuresca, tem mais regra que esse RPG: Anos 20 – Estilo e Sobrevivência. Sei que temos autores nacionais que produzem excelente materiais, mas esses com sistema quase inexistente é cúmulo do ridículo!

    • Boa tarde Cássio,

      Sinto muito que a experiência com RPG’s minimalistas SEJA ruim para você.

      Não por ser produtor de RPG’s, alias Anos 20 é meu segundo pois Alvorada foi muito bem financiado e recebido , mas a cena brasileira têm sido extremamente ativa e isso tem sido um primor. Têm sistemas incríveis saindo de todas formas, até mesmo de regras complexas como parece ser do seu agrado.
      Agora a sua fala sobre o “Através das Trevas” foi extremamente infeliz, menosprezar um trabalho de design e construção de uma equipe sem saber o objetivo é de um certo desrespeito com os produtores. Existe uma linha do design de jogos que preza por jogos mais simples, por vezes é pra ser uma porta de entrada para quem nunca jogou RPG ou pra satisfazer o ensejo do FAST PLAY. Isso é ruim? Não, de forma alguma. Parte da magia do roleplaying é cada um poder escolher o jogo que melhor lhe apetece.
      Quer um focado em storytelling? Tem opção. Quer um a lá Rulemaster?Tem também. Quer um de comédia? Tem. Na minha jornada de game designer e também autor de livros e quadrinhos eu aprendi que todos têm espaço e que o que eu não gosto necessariamente é ruim ,porém só não apetece aos meus gostos mas outros podem ter o direito de curtir e quiçá apoiar.

      A única coisa que reforço é que não existe essa de regras inexistentes serem mal pensadas. Por mais simples que seja o jogo existe um pensamento de design. Dos anos 20 há uma parte de storytelling que é o ponto principal e também a chamada a discussão de temas latentes de nossa sociedade, como: corte de custos para pesquisas, doenças voltando, racismo abundante e etc. Como está no projeto é uma versão beta e pode sofrer alteração. Porém a escolha de regras “inexistentes” foi uma escolha consciente para focar na relação entre personagens e coisas que seguem por aquele mundo. Que alias, se você chegou a ver o manual beta, viu que há possibilidade de problemas diversos e ramificações.

      Eu sinto muito que a recepção dos anos 20 lhe incomode tanto e até mesmo você não ache “Mal feito”, porém posso lhe garantir que têm sido um trabalho e esforço deixar ele seguindo o escopo conforme o que eu estudei e quero para este jogo em si. Reitero o que eu já disse, há mais possibilidades no mercado e você não é obrigado a jogar um RPG com design minimalista por querer. Porém as declarações contra este tipo de produção é algo nocivo a este hobby tão amado.

      Um Abraço.

    • Boa tarde Cássio,

      Sinto muito que a experiência com RPG’s minimalistas SEJA ruim pra você.

      Não por ser produtor de RPG’s, alias Anos 20 é meu segundo pois Alvorada foi muito bem financiado e recebido, mas a cena brasileira têm sido extremamente ativa e isso tem sido um primor. Têm sistemas incríveis saindo de todas formas, até mesmo de regras complexas como parece ser do seu agrado.
      Agora a sua fala sobre o “Através das Trevas” foi extremamente infeliz, menosprezar um trabalho de design e construção de uma equipe sem saber o objetivo é de um certo desrespeito com os produtores. Existe uma linha do design de jogos que preza por jogos mais simples, por vezes é pra ser uma porta de entrada PARA QUEM NUNCA JOGOU RPG ou pra satisfazer o ensejo do FAST PLAY. Isso é ruim? Não, de forma alguma. Parte da magia do roleplaying é cada um poder escolher o jogo que melhor lhe apetece.
      Quer um focado em storytelling? Tem opção. Quer um a lá Rulemaster?Tem também. Quer um de comédia? Tem. Na minha jornada de game designer e também autor de livros e quadrinhos eu aprendi que todos têm espaço e que o que eu não gosto necessariamente é ruim (Tirei um ‘NAO’ daqui), porém só não apetece aos meus gostos mas outros podem gostar e quiçá apoiar.

      A única coisa que reforço é que não existe essa de regras inexistentes serem mal pensadas. Por mais simples que seja o jogo existe um pensamento de design. Dos anos 20 há uma parte de storytelling que é o ponto principal e também a chamada a discussão de temas latentes de nossa sociedade, como: corte de custos para pesquisas, doenças voltando, racismo abundante e etc. Como está no projeto é uma versão beta e pode sofrer alteração. Porém a escolha de regras “inexistentes” foi uma escolha consciente para focar na relação entre personagens e coisas que seguem por aquele mundo. Que alias, se você chegou a ver o manual beta, viu que há possibilidade de problemas diversos e ramificações.

      Eu sinto muito que a recepção dos anos 20 lhe incomode tanto e até mesmo você não ache “Mal feito”, porém posso lhe garantir que têm sido um trabalho e esforço deixar ele seguindo o escopo conforme o que eu estudei e quero para este jogo em si. Reitero o que eu já disse, há mais possibilidades no mercado e você não é obrigado a jogar um RPG com design minimalista por querer. Porém as declarações contra este tipo de produção é algo nocivo a este hobby tão amado.

      Um abraço.

  2. *–* já joguei e já testei os Anos 20.
    Um sistema bem de storytelling que nos deixa livre para tomar as decisões e nos movimentar pela cidade o que torna o jogo ao mesmo tempo divertido e complicado. Se sair a noite tem que lidar com os Insanos e de dia suportar a pressão de uma cidade decaida cheia de preconceitos, injustiças e descredito do seu trabalho… O q a toda hora roubam sua sanidade.Tá mais parecendo 2020 xD.
    Não adianta querer sair socando todo mundo pq vc vai pra cadeia… Se vc for matar os insanos tem q lidar com o fato q ele pode ser seu parente q surtou… E se vc virar um?
    Achei, por jogar, que não seria justo encher d regras igual os outros rpgs, pois limitaria nossa escolha de ficar ou sair da cidade, de explorar o cenário e de ser criativo no q julgamos necessário pras nossas es olhas … Com um calhamaço de regras seria menos um jogo de questionar nossa realidade e decidir o q fazer e mais um jogo robozinho q t obriga a fazer o quem inventou acha q seria o certo.

  3. Eu sei que se um narrador utilizar PAR ou IMPAR pra resolução de cena dará certo, pois não é o sistema de regras que determinará a diversão na sessão, porém um sistema de regra interessante ajuda em muito na diversão da sessão de jogo. Teu sistema esta muito cru, eu acho que é desespero de vocês em tentar publicar qualquer coisa! Tem um rpg nacional (ZIP: http://ziprpg.tripod.com/rpg/zip.htm) que está gratuito até hoje e muito simples, também usa uma rolagem de dados binária, baseado em lances de moeda, porém ele determina 3 tipos de teste: 1)Fácil 2)Normal (comum) 3)Difícil. No teste Fácil: lança-se 2 moedas e espera que uma delas saia CARA; No teste Normal: lança-se 1 só moeda e se espera que sai CARA; No teste Difícil: lança-se 2 moedas e as duas moedas tem que sair CARA. O seu sistema não tem nada disso! No seu sistema, não importa a situação sempre se jogará 1d6 e será sucesso se sair 4,5,6 (isso me lembra de um método de se jogar solo chamado IMPETUS que utiliza essa regra de sucesso!). Até o cenário não esta muito desenvolvido, porém como é um Fast Play, não é importante apresentar o cenário e sim uma parte concisa do sistema de regra. Recomendo melhorar o sistema antes de pensar em um financiamento no catarse, isso está mais pra aqueles rpg de bolso, no estilo folheto, como aquele que são vendidos no dungeonist.

  4. “Agora a sua fala sobre o “Através das Trevas” foi extremamente infeliz, menosprezar um trabalho de design e construção de uma equipe sem saber o objetivo é de um certo desrespeito com os produtores.” Eu riu de tudo que você falou pois o mesmo falou em vídeos no YouTube que não dedicou tempo pra desenvolver o sistema do seu rpg! Cadê o trabalho de design?? Ele foi entrevistado em vários canais do youtube e eu vi todos, era a mesma resposta sempre!! Ai, você pega o rpg MESTRE DE UMDAAR publicado pela editora do Fábio Emílio Silva, a Pluma Press BR, que é uma tradução de um suplemento pra FAE (Versão reduzida do Fate Core), esse suplemento tem cenário, regras, novas mecânicas pro FAE, já vem uma aventura pronta e material adicional pra você gerenciar uma campanha, tudo isso em 50 páginas!! (Todo colorido com imagens coloridas! Não dá pra comparar material gringo com material fã boy pago! Lamentável!)

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