Financiamento Coletivo: RPG Indagações

Mockup-Livro-FC-v2Leve o seu jogo de RPG para o próximo nível.

RPG Indagações pode ser explicado como uma antologia de artigos feita por famosos e desconhecidos do RPG nacional.

Inspirada no RPG Caracterização e outros projetos internacionais, cada artigo traz uma visão única sobre o RPG: Da utilização de fake news como força narrativa à responsabilidade nos chats das mesas streamadas, passando por temas como afrofuturismo, descolonização da fantasia, utilização de arquétipos femininos etc. O livro básico conta com 12 artigos.

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Pessoas autoras

Camila Cerdeira trabalha com escrita, fotografia e teatro. Foi parte da equipe do NaTV e da Preta, Nerd & Burning Hell. Nerd de criação, negra, não binário e feminista mora em Fortaleza onde faz parte do podcast Orgulho Contra Ataca. Espalhada virtualmente é quase sempre possível encontrá-la discursando sobre questões sociais ou sobre nerdiadade, mas provavelmente sobre ambos ao mesmo tempo.

Carolina Neves é bióloga com ênfase em ecologia e atuante no setor de sustentabilidade. Autora do Goddess Save the Queen com o partner-in-crime, Julio Matos. Mãe do Ragnar, explica para o público que escolheu o nome do filho baseado na mitologia nórdica quando, claramente, foi por conta do Deus de Tormenta. Carioca, gateira, feminista, comedora de pipoca, matadora de dragões e conquistadora de Catan.

Clarice França começou a escrever sobre cultura pop em 2015 e atualmente é editora do site Nebulla. Já escreveu para a Dragão Brasil e é uma das roteiristas do primeiro Gibi de Menininha (vencedor do Melhor Lançamento de 2018 pelo Angelo Agostini e de Melhor Publicação Mix de 2018 pelo HQ Mix). É autora do romance A Guardiã do Sonhar e da aventura Jornada Heróica para o RPG Tormenta20.

Cláudia Fusco é jornalista, roteirista, escritora e mestre em Science Fiction Studies pela Universidade de Liverpool. Ministra cursos sobre fantasia e FC em espaços como MIS (SP), SESC, FLIP, Bienal do Rio e na Worldcon 77, em Dublin. É script doctor da Petit Fabrik, professora no Instituto Vera Cruz e colunista de cultura pop na Marie Claire.

Evelini “Eva” Andrade trabalhou com Hora de Aventura RPG, Numenera, RPG Caracterização e outros. Vencedora de dois troféus Goblin de Ouro (Hora de Aventura e RPG Caracterização). Editora do Livro dos Espelhos e colabora na Dragão Brasil. É editora-chefe da Aster (Sombras Urbanas e Travessias).

Fernando Santos é doutorando em educação pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da Associação Jogarta, professor da rede básica de ensino e faz parte do Grupo de Estudos e Pesquisa Pedagogia, Complexidade e Educação – UFPR.

Jorge Valpaços é formado em História, é escritor e professor da educação básica no Rio de Janeiro. É autor de vários títulos de RPG como Déloyal, Pacha, Pesadelos Terríveis, Encantos, Arquivos Paranormais, Ceifadores, SeanchaS, Entregadores Precarizados de Anchieta entre outros livros. Magos Lacunares da Torre Púrpura foi seu primeiro RPG lançado pela CHA.

Luciano Jorge de Jesus é professor na rede municipal de Belo Horizonte. Escreve regularmente para o Jornal Empoderado, já colaborou para a Dragão Brasil e joga RPG regularmente com seus alunos e em streamings. É membro do Observatório de Discriminação Racial no Futebol e torce para o Galo.

Max “Myandro” Fischer é um contador de histórias criado ouvindo lendas sobre peixes que usavam óculos, deuses gregos e contos dos irmãos Grimm. Formado em Jornalismo, joga RPG desde 2013 quando conheceu certa guerreira ruiva doando sangue e logo passou da cadeira de jogador para de mestre. Tem uma vasta coleção de sistemas e está a procura de um sistema que permita fabricar cerveja e ser um dono de uma taverna.

Pedro “Mestre PedroK” Coimbra é um dos membros fundadores do Formação Fireball e produz conteúdo de RPG desde 2013. Bacharel em Teatro com habilitação em Direção foi o narrador de “Mares de Sal e Sangue” e “Forja Infernal” e “Skyfall”, três das campanhas mais aclamadas no Brasil. Também é criador de Skyfall e tem um canal no Youtube voltado para dar dicas para mestres.

Stephan “Tef” Martins é um bardo do Colégio do Glamour. Tradutor, RPGista, bissexual, não-binário, dançarino e artista marcial, host da Ordem do Dado que fala de RPG e diversidade, já escreveu para o RPG Caracterização e Belregard. Lidera a tradução nacional de Shadowrun pela New Order. Organizou a coletânea TRANSliterações pela Editora CHA.

Thiago “Shinken” Rosa joga e mestra RPG desde os 9 anos. Nas últimas três décadas, escreveu para a Dragão Brasil e para o site RPG Notícias, entre outros lugares. Realizou trabalhos como freelancer em diversos sistemas (Pathfinder, Mutant: Ano Zero, Kuro etc.) além de ser autor do próprio sistema (Karyu Densetsu). Quando não está atrás do escudo, ouve punk rock, torce pelo Fluminense, toma cerveja de trigo e lê quadrinhos da Marvel.

Os textos

O livro inclui 12 artigos com miolo terá em torno de 120 páginas de papel offset 90g, preto e branco. A capa é em papel cartão, em cores, com laminação fosca e conta com o título criado por Odmir Fontes e retratos das pessoas autoras feitos por Marina “M.B Heart” Lua.

Os artigos no livro serão:

“Descolonizando O RPG” de Camila Cerdeira: mostra como o RPG tradicional bebe de mitos e histórias europeias e como essa decisão acaba negando uma série de personagens e histórias baseadas em outras culturas.

“De quem é a vez” de Carolina Neves: Discute o papel de mulheres tanto na criação de jogos como na participação na mesas, seja de boardgame ou RPG, seja como jogadoras ou personagens e como o machismo dentro do RPG pode ser combatido com simples mudanças e algumas conversas.

“Gatilhos, sangramento e responsabilidade no RPG” de Clarice França: Explica os motivos para ocorrer o efeito sangramento nas mesas de RPG e que isso não é necessariamente algo negativo, além da importância da sessão 0 para evitar o acionamento de gatilhos que podem prejudicar o jogo de todos.

“Arquétipos femininos e a jornada da heroína nas narrativas fantásticas” de Cláudia Fusco: Mostra os arquétipos ligados à figura feminina e como é possível usar ou misturar esses arquétipos para criar heroínas, vilãs ou NPCs singulares para suas aventuras num fundo fantástico.

“A Macumba em Jogo” de Eva Andrade: Apresenta os principais pilares das religiões de matriz africana e maneiras de utilizar elas em jogo respeitando-as e dando maior profundidade para o personagem.

“A aplicação de Live-Action Role Play (LARP) em contextos educacionais: A experiência da associação Jogarta em atividades de contra-turno” de Fernando Santos: Traz a discussão sobre a utlização de LARPs em atividades educacionais e os resultados de um LARP ocorrido numa Centro de Atividades com jovens entre 10 e 16 anos.

“RPG é tudo igual. Só que não, né?” de Jorge Valpaços: Discute os diferentes tipos de jogos que podem existir dentro do universo do RPG e explica os motivos que levam uma determinada ideia funcionar melhor num cenário/sistema do que outro cenário/sistema.

“Sobre formas de narrar e jogar: O afrofuturismo para pensar em nossas mesas de RPG” de Luciano Jorge de Jesus: Fala sobre como o afrofuturismo pode ajudar mestres e jogadores a criarem histórias que fujam do modo de pensar e criar da branquitude.

“Fake News: Trazendo a guerra de narrativa para o seu jogo” de Max “Myandro” Fischer: mostra como informações falsas servem para criar narrativas, seja no mundo real ou numa mesa de RPG e como aventureiros podem desde descobrir a mentira até transmiti-la para centenas de pessoas.

“RPG em Livestream: uma responsabilidade compartilhada” de Pedro “Mestre PedroK” Coimbra: investiga a responsabilidade compartilhada durante a transmissão ao vivo de sessões de RPG além de apontar como o RPG livestreaming é uma importante experiência de compartilhamento de experiências e responsabilidades entre jogadores-atores e público.

“Como Mestrar: Aprendendo na Marra” de Stephan “Tef” Martins: Traz uma série de dicas para mestres, iniciantes e veteranos, de como evitar o stress causado por ser o responsável pela diversão e como garantir que todos, mestres e jogadores, se divirtam durante o jogo.

“Experiência direcionada: Afinal, por que o sistema importa?” de Thiago “Shinken” Rosa: Discute como sistemas mais específicos normalmente geram uma experiência mais profunda com seus gatilhos de mecânica próprios do que jogos que contam com poucos ou nenhum gatilhos de mecânica/narrativa.

Um pensamento sobre “Financiamento Coletivo: RPG Indagações

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