Entrevista: Barata e Ferrara, ilustradores de Jyhad RPG

Provavelmente você já deve ter visto a arte destes dois ilustradores em algum livro ou revista de RPG, mas como a maioria, não ligou o desenho à pessoa. Eduardo Ferrara, ilustrador das HQs da revista Galileu e Ronaldo Barata responsável pelas ilustrações do RPG da Volkswagen lançado no Salão do Automóvel, contribuem com sua arte para o mais novo lançamento da Editora Daemon, Jyhad: Guerra Santa, de Antônio Augusto Shaftiel. Nesta entrevista, Alexander e Talude levantam questões sobre RPG, ilustração, mercado editorial e outras coisas.

Olá, em primeiro lugar, Barata e Ferrara, estes são seus nomes ou apelidos? Se forem apelidos, de onde surgiram?
Barata: Hehehehehe… Barata é um apelido de escola que colou tanto que tem gente por aí que me conhece há anos e nem faz idéia do meu nome… Tudo veio graças a uma pinta que eu tinha no pescoço e que era bem generosa. Ela foi removida, o apelido não.
Ferrara: Ferrara é apelido. Meu nome fiscal é Eduardo Ferreira Mendes. Antes eu assinava Eduardo Mendes, mas parecia cantor brega, aí peguei meu nome do meio e dei uma estilizada nele…

Como vocês começaram no mercado de ilustrações?
Barata: Deixe me ver… Bom, eu comecei a trabalhar aos 18 anos em agências de publicidade como assistente de arte e operador de computação gráfica. Na agência, aliás, as pessoas nem sabiam que eu desenhava… rs.
Foi numa hora de almoço, enquanto eu rabiscava algumas coisas que a diretora de arte do local viu e citou o óbvio: Você desenha?
A partir daí começaram a surgir meus primeiros trabalhos de ilustrações e de freela em freela não parei mais. Levou uns 3 anos pra eu sair das ilustrações publicitárias e entrar no mercado editorial.
Ferrara: Pela porta dos fundos, lá pelos idos de 1989. Eu iniciei como assistente de professor de desenho e de estúdio. Como era verde pra caramba, bati muita cabeça pra aprender que ilustrador não tem glamour nenhum e que o ego deve ser jogado no lixo. Aí é que comecei a pensar como um profissional e iniciei meu caminho.

Então vocês começaram cedo na carreira. Pode-se dizer que isto ajudou?
Barata: Acho que sim… sei lá. Não sei como é começar mais velho na carreira… rs
Ferrara: Eu não diria que comecei cedo, tinha meus 20 anos. Anteriormente eu já trabalhava em outras áreas: pizzaria, posto de gasolina e banco. Mas acho que essas ocupações tão diferentes me ajudaram a moldar uma maturidade maior para o desenho.

Falem um pouco do trabalho de vocês e para quem já trabalharam?
Barata: Falar do meu trabalho? Não sei fazer isso não.
Acho que sou um desenhista mutante. Estou sempre tentando novas técnicas, idéias e experimentações. Gosto de tentar reinventar meu traço a cada trabalho.
Já trabalhei pra uma lista razoável de empresas e ficaria um pouco inviável listar aqui. Entre as principais dá pra citar as editoras Daemon, Globo, Nobel, Talismã, Mantícora… e por aí vai.
Ferrara: Tenho a felicidade de poder trabalhar com o que gosto. Porém, muitas vezes pintam trabalhos que não aprecio em fazer. É aí que as minhas contas falam mais alto me fazendo lembrar que todos os trabalhos têm a sua devida importância. No fim, eu acabo aprendendo lições com isso. Isso é gratificante.
Já trabalhei (e trabalho) para diversas editoras: Abril, Trama, Impresion, Daemon; para o Jornal Nippo-Brasil; estúdios de desenho e agências de propaganda: Fábrica de Quadrinhos, BrotherCast, Trattoria, BDT, Versátil Comunicação, CIA Marketing, além de livros didáticos pra Fisk e aulas de desenho e quadrinho na Quanta Academia de Arte.

Que temas vocês acham interessantes ou têm mais influência sobre seus trabalhos? Horror, anime, futurista, cartoon, caricatura, etc?
Barata: Quadrinhos me influenciam muito, de todos os gêneros. Da mesma maneira todos os gêneros de ilustração me trazem alguma influência. No meu hall de desenhistas influentes você vai encontrar desde Tim Bradstreet e Greg Tocchini até Jim Davis e desenhos da Disney.
Ferrara: Bem, sempre verti mais para o lado da ficção, mais propriamente, aventuras espaciais e coisas do tipo Além da Imaginação. Minhas influências também abrangem o mangá e estilo europeu.

Que outros trabalhos vocês executaram para a Daemon?
Barata: A lista já é bem grandinha: Supers, Anime RPG, Anime RPG Japão Feudal, Grimórium, Vampiros Mitológicos, Arcádia, Busca por Sangue, Tormenta (a versão mais atual)…
Ferrara: Para a Daemon, o Jihard é o primeiro.

Ferrara, que tipos de trabalhos você faz para as agências de propaganda?
Ferrara: Storyboards aos montes (pra lembrar: do Itaú – colocadores de outdoor, Pato Purific espacial, Veja multiuso-cachoeira, Sonho de Valsa Mais, Skol, etc…), layouts para anúncios e ilustrações em geral.

Como o Greg Tocchini, que começou nas páginas de revistas de RPG e hoje ilustra HQs para os EUA, vocês pensam em trabalhar para o mercado americano de HQ?
Barata: Não. Definitivamente não. Já quis, mas meu estilo não agrada os editores gringos. Eu teria que me adaptar aos padrões deles e isto é uma coisa que realmente não quero fazer.
Talvez até fizesse algum trabalho pro Tio Sam (contrariando o início desta minha resposta) se tivesse liberdade para trabalhar ou em algum projeto próprio.
Ferrara: Sim, sem dúvida, é uma das minhas principais metas. Estou tentando desde 95… Calma, eu chego lá.

Ferrara, se te chamassem para ilustrar comics, você teria alguma preferência de herói?
Ferrara: Sim, o meu herói de infância: Superman. Quadrinhos, sempre foi e será uma tremenda diversão pra mim, então o azulão personifica muito bem esse universo fantástico. Acho formidável a idéia de um personagem poderosíssimo que pode destruir o mundo, mas ao mesmo tempo mantém sua simplicidade e se importa com as coisas mais pequenas.

Foi difícil entrar para o mercado de ilustrações para RPG?
Barata: Na verdade foi muito simples. O Joe Prado arrumou um emprego que lhe impossibilitou de continuar ilustrando para a Daemon e indicou meu nome (entre outros).
Ferrara: Não, mas é importante ser profissional, ou seja, bom material e eficiência a fim e conquistar o cliente.

Ferrara, como é a sua experiência de ilustrar HQs para a Galileu e Barata, fale-nos sobre o trabalho para a Volkswagen?
Barata: Foi uma correria! Tive pouco mais de um mês pra fazer 50 e poucas ilustrações coloridas e uma pequena animação. Além disso, os meus desenhos tinham que ir pro pessoal da Mantícora aprovar, que por sua vez tinham que mandar o mesmo material pro pessoal da Volks aprovar… e isso perdia um tempo razoável.
Fora isso, foi ótimo. O pessoal da Mantícora gostou, o pessoal da Volks gostou e principalmente, a molecada que foi jogar gostou. Então eu também gostei =).
Ferrara: É muito divertido, pois as histórias e os personagens são engraçados. Sendo uma paródia do tema principal da revista, o roteiro me dá total liberdade pra brincar. Ainda mais por eu ter criado o visual dos personagens, fico bem à vontade.

Pelo visto, os prazos de trabalho são curtos. Você também tem este problema Ferrara? Qual foi o pior prazo que vocês já tiveram?
Barata: Hehehehehehe
Ferrara: Imagina…problema…isso é só insanidade… O prazo mais curto…deixa ver…foi pra FISK. Quando eu ilustrava os livros deles, eram cerca de 40 ilustrações detalhadas, tamanho meio ofício, desenhadas e finalizadas a serem entregues em 2 dias…não dormi e no dia posterior tinha que dar aula….

Qual foi a melhor ilustração que já fizeram na vida?
Barata: Hahahahahaha Isso lá é pergunta que se faça (rs)? Não sei não… de maneira geral, à medida que o tempo passa eu deixo de gostar das ilustrações antigas… em geral olho pra elas e vejo coisas que podem melhorar, surgem idéias novas pra fazer a mesma ilustração de maneira mais agradável ou eficaz e vejo melhorias no meu traço atual.
Vamos deixar assim: A melhor ilustração que eu já fiz é sempre a última feita.
Ferrara: Ainda vou faze-la…

Qual a maior dificuldade para o trabalho de um ilustrador?
Barata: A maior dificuldade, na minha opinião, não é uma coisa só, mas um conjunto de fatores que atormentam a vida da gente: Prazos (que são sempre curtos), Preço (que nem sempre é justo), Tamanho do mercado (que limita a área de atuação) e alguns Editores que não sabem fazer seu serviço direito…
Ferrara: Pra mim, é uma coisinha chamada prazo. Dependendo do nível de elaboração e produção de uma arte, é necessário um tempo adequado a tudo isso. Mas na maioria dos casos isso não ocorre.

Vocês jogam ou já jogaram RPG?
Barata: Já joguei, durante muito tempo. Não jogo mais por faltas… falta tempo, falta grupo de jogadores, falta dinheiro… hehehehe.
Ferrara: Olha, a única vez que joguei foi em 94…Ou foi 95? Bem, foi numa oportunidade com outros desenhistas. Como a gente sempre tirava sarro de tudo, o jogo virou uma palhaçada generalizada e rimos pra caramba, jamais terminamos. Mas ao nosso modo, o jogo foi muito legal.

O que vocês acham dos novos RPGs que têm surgido?
Barata: Tem muita coisa boa por aí. Nos últimos anos o que tenho visto que tem despertado minha atenção é o fato dos RPG’s internacionais investirem pesado na parte visual dos livros. Isso era algo raro na época em que jogava, só a White Wolf tinha livros realmente bonitos. Os antigos D&D e o GURPS me davam arrepios… ainda bem que a coisa melhorou.
Ferrara: Não posso opinar nisso, como já disse, não jogo, pois não tenho tempo. Mas acho muito interessante.

Como foi a experiência de trabalhar no Jyhad: Guerra Santa?
Barata: Foi muito interessante. O Jyhad explora uma idéia de anjos diferente do que a com que estamos habituados. Normalmente em filmes, livros, quadrinhos e RPG os anjos são mostrados segundo a visão católica da coisa. O judaísmo e o islamismo têm visões muito instigantes sobre os anjos.
Ferrara: Muito boa. Tive total liberdade em cima das descrições para criar o visual dos anjos e a sua atmosfera. Me deu oportunidade de pesquisar vestuários, armas, etc. Como sou mais ligado em quadrinhos, procurei dar um ar comics para as cenas imaginando mentalmente, as cenas que pudessem acontecer no jogo.

Qual conhecimento sobre islamismo e judaísmo vocês tinham antes de ilustrarem o livro?
Barata: Um conhecimento básico, eu diria. Sou um cara muito curioso e procuro sempre parar pra ler e ver programas de TV sobre assuntos adversos, inclusive sobre religiões. Mas com certeza, se um dia eu resolver me converter ou a uma ou a outra terei de fazer cursinho… rs
Ferrara: Conheço um pouco mais sobre judaísmo, como sempre tive curiosidade li diversas coisas e acabei conhecendo sobre tradições, fundamentos e histórias. Sobre islamismo conheço apenas algumas tradições e preceitos.

Falem sobre suas ilustrações no livro, quais são as preferidas.
Barata: Não sei… O pessoal por aí gosta muito da ilustração da anjo que acompanha o capítulo de criação de personagem (na página 35), mas eu acho que prefiro a última ilustração do livro, que vem nas regras, página 95. Mas gosto é gosto…
Ferrara: Bom, curti em fazer todas, sem exceção. Se eu não me divirto quando estou desenhando, não crio ligações com a arte, mas esse caso, foi diversão pura.

O que vocês acham sobre a qualidade dos livros de RPG, tanto os estrangeiros publicados aqui quanto os nacionais?
Barata: Como eu já disse anteriormente, a coisa tem melhorado muito. A linha White Wolf e D&D são, na minha humilde opinião, perfeitos com relação à parte gráfica.
Quanto ao mercado nacional, a coisa é bem mais complicada. Um livro custa muito mais pra ser produzido no Brasil do que nos EUA. Isso limita a qualidade gráfica, que fica dependente do “poder de fogo” de cada editora. Também é verdade que algumas editoras não sabem usar o poder de fogo quem têm, mas isso é uma outra história…
Ferrara: Em matéria de ilustrações, comparando com o Brasil, os importados ainda são superiores, mesmo porque, eles têm uma tradição de RPG muito mais antiga do que nós. É óbvio que o investimento é maior, pois o retorno mais garantido. Mas aos poucos o Brasil está firmando a sua qualidade com profissionais de excelência.

O que está faltando para o mercado nacional de RPG deslanchar?
Barata: Investimento, incentivo e divulgação. Nós somos muito “pobres” nestes três aspectos.
Ferrara: Mais divulgação esclarecendo o público leigo. Ainda tem gente que pensa que RPG é coisa do Demo! É importante mostrar que é um jogo que estimula a criatividade e une as pessoas, mas acima de tudo, que é somente um jogo e não uma fuga da realidade.

Então vocês acham que se houver um investimento na qualidade gráfica, incentivo e divulgação do RPG nacional, ele poderá competir em pé de igualdade com o material estrangeiro?
Barata: Claro. Isso é mais do que evidente. Não há nada que os gringos façam que nós não possamos fazer.
O que o brasileiro precisa é começar a acreditar mais no que é produzido aqui! Isso serve para consumidores e produtores de RPG. Se não houver investimento, divulgação e consumo, esse “pé de igualdade” será impossível.
Ferrara: Sim, mas é preciso que TODOS esses fatores estejam funcionando em conjunto.

No Brasil, temos a Devir que edita RPGs estrangeiros e editoras menores editando seus materiais independentemente. Com a criação da Mega Liga das Editoras Paladinas, o RPG nacional pode alcançar este objetivo?
Barata: Talvez… A Mega Liga é uma idéia interessante que pode trazer bons resultados para todos: Editores, editoras, ilustradores e jogadores. Mas isso só vai acontecer se os envolvidos não ficarem olhando apenas pros seus próprios umbigos e ajudarem a ampliar o mercado como um todo, além de seus interesses pessoais. Mas acredito que tem muita gente na Mega Liga que pense em mercado e não só em si…
Ferrara: Eu espero que sim, mas veja, é necessário muita integração de todos os envolvidos e que o objetivo final seja a verdadeira meta do conjunto. Isso serve para qualquer seguimento de negócos.

Há uma tendência em lançar livros de RPGs totalmente coloridos (D&D, Angus e GURPS 4ª), há alguma chance de RPG nacional ter sucesso nesse formato?
Barata: Isso é difícil… O fato de o livro ser colorido sobe muito o preço de gráfica e por conseqüência o preço final. Isso só funciona bem com material importado, que não tem custo de produção (só de tradução, impressão e distribuição). O grande erro do Angus, ao meu ver, é custar mais caro que o D&D.
Por outro lado, há empresas como a editora Mantícora que conseguem colocar no mercado material colorido a um preço acessível, mas em menor volume.
Ferrara: Sim, mas é necessário antes que haja investimento, não apenas na parte gráfica, mas digo principalmente, na divulgação para que haja um mercado mais consumidor viabilizando uma qualidade cada vez maior.

Vocês pretendem ir ao Encontro Internacional de RPG?
Barata: Se der tempo… hehehehe
Normalmente eu vou nos domingos (único dia livre que tenho) e fico “perambulando” pelo Stand da Daemon.
Ferrara: Isso vai depender dos meus prazos…

Vocês têm projetos próprios que gostariam de fazer, seja para RPG ou não?
Barata: Tenho um livro que fiz em parceria com o pessoal do Yes Cabrita que está na fila de projetos a ser publicados da editora Daemon. O nome é Arcádia Heros Delictum.
Também estou trabalhando em outro projeto de RPG só meu, que ainda não tem destino certo.
E por enquanto é só porque tenho uma pá de outras coisas pra fazer.
Ferrara: Tenho um projeto para quadrinhos que venho trabalhando a um bom tempo. Por ser tão significativa pra mim, merece uma lapidação especial. Posso adiantar que tem a ver com minhas influências orientais e marciais.

Barata, este novo projeto já está pronto? Já têm editoras interessadas?
Barata: Não. O projeto está, digamos, 40% pronto. Não mais do que isso.
Nenhuma editora definida…

Barata, este projeto está praticamente na fase mais difícil que é achar uma editora. Como você irá enfrentar essa barreira?
Barata: Com muita calma, que é como enfrento todas as fases de um projeto. Tenho contato com muitas editoras onde poderia apresentar o projeto e tenho certeza que pelo menos uma delas teria interesse no livro. Mas, projeto é assim mesmo. A gente faz e depois corre atrás… (rs)

Ferrara, você não pode dar só mais uma dica sobre o que se trata este projeto?
Ferrara: Hummmm…tá abusando hein? Deixa ver…ação, humor, balas de anis, rabugice, umas minas gostosas (minha mulher vai ler isso?) e sobre que certas coisas da vida podem demorar muuuuito pra serem resolvidas…e talvez seja melhor que não sejam.

Barata, você trabalhou também no Hi-Brazil (que integra o projeto Arcádia, tal qual Heros Delictium), há alguma influência entre os dois trabalhos? Há chances de trabalhar no Velha e Nova Arcádia também?
Barata: Há muita influência entre o Hi e o Heros. Eles fazem parte de um mesmo “projetão” que cruza informações de um no outro.
Quanto às chances de trabalhar no Velha e Nova Arcádia, elas sempre existem. Só depende do Norson e do Del Debbio.

Como professores na QUANTA, qual é a aula mais difícil de dar para os alunos?
Barata: Isso é muito relativo. Varia muito de aluno pra aluno.
Acho que o mais difícil de ensinar a um aluno é como pensar e agir como um profissional, encarando os prazos, arcando com a qualidade, com a aceitação ou negação do público, etc. Isso costuma ser de difícil compreensão até que o aluno consiga entrar no mercado.
Ferrara: Perspectiva. Não que seja difícil dar essa aula, mas para alguns alunos é difícil entender a noção de profundidade e volume. Para desenhar bem é necessário desenvolver a noção espacial. Tem que ser observador para compreender como as coisas são ou poderiam ser.

Para finalizar, e aproveitando que vocês são professores, quais são as dicas para quem quer começar na carreira de ilustrador?
Barata: Muito treino, muito estudo, muita dedicação, persistência e paciência são os requisitos básicos, mas vale lembrar que prestar atenção ao mercado e aos consumidores ajuda muito na hora de tomar certas decisões.
Ferrara: Como havia dito no início, a primeira coisa, é abster-se do ego. Aprenda o máximo que puder. Ouça as críticas construtivas com atenção e treine diariamente, sem trégua. Procure estar em contato com profissionais e assim absorver melhor as informações. “Pense e aja como um profissional, e você será tratado como tal”.
A estrada pode ser longa, mas é recompensadora para o coração. Um abraço.

Confira as ilustrações do Jyhad aqui

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