Crítica: Kamen Rider Zero-One (sem e com spoilers)

Da esquerda para a direita: Horobi, Fuwa, Aruto, Izu, Yua e Jin. Não tem pôster com todo mundo 😦

“Hai! Aruto ja nai to!”

A frase que você mais ouvir na série

Faz um bom tempo que não faço análise de séries japonesas aqui, sendo a anterior, Tokusatsu GaGaGa da NHK e como já tinha adaptado os Humagear aqui.

Kamen Rider Zero-One (仮面ライダーゼロワン) é a 30ª entrada da série Kamen Rider e a primeira da era Reiwa e tem a história de Aruto Hiden (Fumiya Takahashi), que herda a empresa Hiden Intelligence do avô após o falecimento deste, o que ele não queria, já que objetivava ser comediante de manzai mas sem a mínima competência para isto. Ele também herda a capacidade de se tornar o Kamen Rider Zero-One e entra no fogo cruzado entre a agências: AIMS e o grupo de hackers Humagears MetsubouJinrai.net que desejam o fim da humanidade e o domínio Humagear do mundo. Aruto é auxiliado pela sua assistente, uma Humagear do tipo secretária, Izu (ou Is, Noa Tsurushima).

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Adaptação: Humagears (Kamen Rider Zero-One)

Izu ou Is (イズ, Noa Tsurushima) a
principal Humagear da série, do tipo secretária

(Para 3D&T, Nebula, Space Dragon, Starfinder, Savage Worlds e Mutantes & Malfeitores).

“A era HumaGear, em que os robôs com inteligência artificial trabalham na maioria dos campos. O jovem presidente da principal empresa de IA levanta-se para proteger os sonhos da humanidade!”
Narração da abertura, episódios 4-28

Humagears (ヒューマギア) são os androides do mundo de Kamen Rider Zero-One, série da Toei de 2019-2020, a 30ª série da franquia. Aqui, ao invés de adaptar toda a série, vamos focar nesse elemento: os Humagears e a versão monstro deles, o Magia. Para não ter muitos spoilers aqui, vamos focar nos primeiros episódios, de repente chegando ao fim do primeiro arco (o episódio 16).

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